Cadeia de problemas
Uma coisa que sempre quis fazer foi colocar um linux num pendrive e tê-lo sempre à mão.
Pendrives eram caros em 2002 - o meu primeiro tinha 128Mb - e se colocasse muita coisa, sobrava pouco espaço para documentos.
Googling... Na ocasião encontrei a DSL e a DSL-n. Achei maravilhoso, principalmente na questão do unionfs: poderia manter uma distribuição intacta e ao mesmo tempo customizá-la e gravar as alterações.
Como fazer um pendrive bootar? Eu não sabia como fazer isto, não estava com paciência para estudar e não tinha grana para comprar o que estava a venda no site. Afinal eu sabia que poderia fazer um pra mim com a capacidade que quisesse usando o próprio iso que eles disponibilizam no site, pois havia conseguido fazer o CD e a máquina virtual rodarem.
Esta situação me leva a outro problema: entender a estrutura de boot do linux.
Que me leva a outro problema: como entender a arquitetura do linux.
Solução: depois de congelar este assunto por anos achei uma receita simples num blog que remetia ao da comunidade ubuntu, afinal, toda a complicação estava na minha cabeça e na minha covardia em não tentar fazer. Veja aqui o que fiz.
Normalmente os problemas que sempre tive com o linux foram desta ordem: pontas soltas.
Começa-se a estudar um assunto e nos deparamos com uma base imensa de conhecimentos pregresso que tem que ser obtida. Na minha opinião, isto é basicamente o que torna o linux frustrante, pois sempre queremos resultados instantâneos e creio que este é um perfil legado que tenta se impor no mundo linux e falha.
Cada vez mais aprendo que basta enfiar a mão na massa e a solução vem fácil. Pois linux é fácil, tão fácil que sempre duvidamos que seja assim tão simples. Afinal, sempre nos evangelizaram que os arcanos do mundo dos portões, só estariam acessíveis pelos autori(o)tários portadores dos brochinhos MSCE! (:-P)
Pendrives eram caros em 2002 - o meu primeiro tinha 128Mb - e se colocasse muita coisa, sobrava pouco espaço para documentos.
Googling... Na ocasião encontrei a DSL e a DSL-n. Achei maravilhoso, principalmente na questão do unionfs: poderia manter uma distribuição intacta e ao mesmo tempo customizá-la e gravar as alterações.
Como fazer um pendrive bootar? Eu não sabia como fazer isto, não estava com paciência para estudar e não tinha grana para comprar o que estava a venda no site. Afinal eu sabia que poderia fazer um pra mim com a capacidade que quisesse usando o próprio iso que eles disponibilizam no site, pois havia conseguido fazer o CD e a máquina virtual rodarem.
Esta situação me leva a outro problema: entender a estrutura de boot do linux.
Que me leva a outro problema: como entender a arquitetura do linux.
Solução: depois de congelar este assunto por anos achei uma receita simples num blog que remetia ao da comunidade ubuntu, afinal, toda a complicação estava na minha cabeça e na minha covardia em não tentar fazer. Veja aqui o que fiz.
Normalmente os problemas que sempre tive com o linux foram desta ordem: pontas soltas.
Começa-se a estudar um assunto e nos deparamos com uma base imensa de conhecimentos pregresso que tem que ser obtida. Na minha opinião, isto é basicamente o que torna o linux frustrante, pois sempre queremos resultados instantâneos e creio que este é um perfil legado que tenta se impor no mundo linux e falha.
Cada vez mais aprendo que basta enfiar a mão na massa e a solução vem fácil. Pois linux é fácil, tão fácil que sempre duvidamos que seja assim tão simples. Afinal, sempre nos evangelizaram que os arcanos do mundo dos portões, só estariam acessíveis pelos autori(o)tários portadores dos brochinhos MSCE! (:-P)
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