Postagens

A blog tool

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Na minha opinião as ferramentas de blog no Linux não são grande coisa, ou pelo menos não encontrei uma muito interessante. Mas hoje achei uma que pode preencher esta lacuna: ScribeFire. Estou postando nele. Uma vantagem óbvia: pode ser usado em qualquer sistema operacional moderno, inclusive nos mais nefastos , pois trata-se de um complemento do Firefox. A interface de edição é parecida com a do Blogger, que uso (ou usava) normalmente. Tem algumas ferramentas que eu não usei - del.icio.us entre elas - e deu para perceber que é bem interessante.

Meu tripé geek

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Em postagem anterior apresentei o site Instructables . Trata-se de um publicador de gambiarras na internet. Muito interessante e que tem um concurso permanente por categorias. Depois de ler várias postagens por lá resolvi arriscar a minha . Votem nela ! Nota: este é o meu primeiro GPL - publiquei lá sobre usando esta licença.

Divirta-se, geek !

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Gosto de sites geek. Encontrei este hoje e estou recomendando. Postei um comentário bem troll por lá e me diverti um pouco fazendo uma ferrari mudar de cor. Só que usei o Gimp em vez do dot.nasty. Bacana a idéia original, simples de copiar e muito fácil de se executar no Gimp. Acho que vou postar a minha solução por lá, só para polemizar um pouco. (My troller spirit rises again!) .

Laptops ... Dell...ícia !

Nesta postagem sobre laptops baratos, falei mais do Dell do que do Eee. Heheh, acho que me escutaram . (Ohh, que pretensão!) Se alguém tem dúvida que laptops são o futuro, não vai precisar esperar muito para tirá-la. Doe o seu velho desktop, ele não é lixo . Aliás, isto me lembra esta postagem !

Ascii Art

Ou quando o ego fala. Eu sempre gostei de ascii art. Não sou um artista de talento, mas sei apreciar os trabalhos nesta área. Afinal, uma listagem feita em papel zebrado com um cristo feito por maiframe foi uma das primeiras listagens que vi. Eu morava em Belo Horizonte e isto foi quando eu tinha por volta dos 9 anos de idade. Meu irmão me mostrou isto pois ele trabalhava com mainframes naquela época. Sempre fiz minhas tentativas e até hoje crio issues para as máquinas que instalo. O que mais gosto foi este que, acreditem ou não fui eu quem criou. (Devem ter outros pela internet afora, mas este é meu hehehe) @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@@P' `q@@@@@@ @@@@@ @@@@@@@@ q@@@@ @@@ @@@@@@@@@@@ @@@@ @P @@@@@p"""""`@b i @@ @ @@@@@p d@@@@ @ @@@ @ @@@@b q@@@@.@p i d@@ @ @@@@@b @@@.@p d@@@@ @ @@@@@@@b......d@@@@@@ @@ @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@ @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@b q@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@b "@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@@@@b V@@@@@@@@@@@@@ ...

Cadeia de problemas

Uma coisa que sempre quis fazer foi colocar um linux num pendrive e tê-lo sempre à mão. Pendrives eram caros em 2002 - o meu primeiro tinha 128Mb - e se colocasse muita coisa, sobrava pouco espaço para documentos. Googling... Na ocasião encontrei a DSL e a DSL-n . Achei maravilhoso, principalmente na questão do unionfs: poderia manter uma distribuição intacta e ao mesmo tempo customizá-la e gravar as alterações. Como fazer um pendrive bootar? Eu não sabia como fazer isto, não estava com paciência para estudar e não tinha grana para comprar o que estava a venda no site. Afinal eu sabia que poderia fazer um pra mim com a capacidade que quisesse usando o próprio iso que eles disponibilizam no site, pois havia conseguido fazer o CD e a máquina virtual rodarem. Esta situação me leva a outro problema: entender a estrutura de boot do linux. Que me leva a outro problema: como entender a arquitetura do linux. Solução: depois de congelar este assunto por anos achei uma receita simples num blog ...

Laptops... Eee... ba !

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Em postagem anterior fiz um ode aos laptops. Mantenho a posição favorável sobre estes que são o alvo do mercado. Chegar a mesma conclusão é simples: falta espaço físico nos apartamentos e escritórios. Desde novembro passado venho acompanhado o avanço desta mudança de consumo. E já estou no meu sexto laptop. Compaq Contura Aero - fantástico, pequeno e foi onde fiz a segunda instalação de Linux (Red Hat). Era um 486/25 tela monocromática com 16Mb de ram e 128Mb de HD. Isto depois de abri-lo para ver o que tinha por dentro. Toshiba 330 CDS - Pentium 200 MMX - 32 Mb de RAM, HD de 4Gb, USB 1.0. Continua sendo usado até hoje como servidor (espetei um disco de 300GB na usb) e também roda o meu server de testes do Apache. A tela tem uma fileira de celulas queimadas, mas é perfeito para a aplicação. Serve backup, web (cherokee), cache (squid) e repositório debian/ubuntu (ainda não está totalmente ok). A bateria funciona até hoje, então tem um nobreak embutido. Acer Travelmate 260 - Pentium III...