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Ascii Art

Ou quando o ego fala. Eu sempre gostei de ascii art. Não sou um artista de talento, mas sei apreciar os trabalhos nesta área. Afinal, uma listagem feita em papel zebrado com um cristo feito por maiframe foi uma das primeiras listagens que vi. Eu morava em Belo Horizonte e isto foi quando eu tinha por volta dos 9 anos de idade. Meu irmão me mostrou isto pois ele trabalhava com mainframes naquela época. Sempre fiz minhas tentativas e até hoje crio issues para as máquinas que instalo. O que mais gosto foi este que, acreditem ou não fui eu quem criou. (Devem ter outros pela internet afora, mas este é meu hehehe) @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@@P' `q@@@@@@ @@@@@ @@@@@@@@ q@@@@ @@@ @@@@@@@@@@@ @@@@ @P @@@@@p"""""`@b i @@ @ @@@@@p d@@@@ @ @@@ @ @@@@b q@@@@.@p i d@@ @ @@@@@b @@@.@p d@@@@ @ @@@@@@@b......d@@@@@@ @@ @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@ @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@b q@@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@b "@@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@@@@b V@@@@@@@@@@@@@ ...

Cadeia de problemas

Uma coisa que sempre quis fazer foi colocar um linux num pendrive e tê-lo sempre à mão. Pendrives eram caros em 2002 - o meu primeiro tinha 128Mb - e se colocasse muita coisa, sobrava pouco espaço para documentos. Googling... Na ocasião encontrei a DSL e a DSL-n . Achei maravilhoso, principalmente na questão do unionfs: poderia manter uma distribuição intacta e ao mesmo tempo customizá-la e gravar as alterações. Como fazer um pendrive bootar? Eu não sabia como fazer isto, não estava com paciência para estudar e não tinha grana para comprar o que estava a venda no site. Afinal eu sabia que poderia fazer um pra mim com a capacidade que quisesse usando o próprio iso que eles disponibilizam no site, pois havia conseguido fazer o CD e a máquina virtual rodarem. Esta situação me leva a outro problema: entender a estrutura de boot do linux. Que me leva a outro problema: como entender a arquitetura do linux. Solução: depois de congelar este assunto por anos achei uma receita simples num blog ...

Laptops... Eee... ba !

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Em postagem anterior fiz um ode aos laptops. Mantenho a posição favorável sobre estes que são o alvo do mercado. Chegar a mesma conclusão é simples: falta espaço físico nos apartamentos e escritórios. Desde novembro passado venho acompanhado o avanço desta mudança de consumo. E já estou no meu sexto laptop. Compaq Contura Aero - fantástico, pequeno e foi onde fiz a segunda instalação de Linux (Red Hat). Era um 486/25 tela monocromática com 16Mb de ram e 128Mb de HD. Isto depois de abri-lo para ver o que tinha por dentro. Toshiba 330 CDS - Pentium 200 MMX - 32 Mb de RAM, HD de 4Gb, USB 1.0. Continua sendo usado até hoje como servidor (espetei um disco de 300GB na usb) e também roda o meu server de testes do Apache. A tela tem uma fileira de celulas queimadas, mas é perfeito para a aplicação. Serve backup, web (cherokee), cache (squid) e repositório debian/ubuntu (ainda não está totalmente ok). A bateria funciona até hoje, então tem um nobreak embutido. Acer Travelmate 260 - Pentium III...

Bookmarks Hell

Coisa complicada manter bookmarks. Na primeira postagem neste blog eu já pensava em colocar os meus bookmarks num local público. Meses já se foram e o problema ainda persiste. O motivo: a necessidade de ter algo para se controlar isto me passou completamente despercebida. Eu que sempre separei os meus bookmarks em pastas e subpastas descobri que este comportamento complica um pouco em vez de ajudar. Depois de rodar bastante, caí no tal do del.icio.us e estou me "forçando" entender e acostumar com os tais tags. Mas o meu cérebro "pensa" em pastas. Sina cruel. A primeira vez que vi tags foi quando comecei a usar o gmail. Achei - e ainda acho - esquisito mas consegui uma certa organização da minha caixa postal. Passei a usar o Evolution mas as pastas continuam lá pois ainda não entendi muito bem como usá-lo com tags. Tags... tags... Deve ser muito bom pois tem pra todo lado. Cheguei ao ponto de colocar todos os meus bookmarks no sidebar do blog (que anta!!!!) isto só...

Ferramentas II - Twitter

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Acho que este lance de blog pegou mesmo. (Duh!!) Andei procurando por ferramentas que permitissem uma melhor comunicação das minhas atividades e descobertas etc. Já pensei em página de web pessoal - até fiz uma - mas a praticidade dos blogs está aí e isto é inquestionável. Hoje encontrei o Twitter - basicamente um changelog pessoal - que me permitirá acabar com o eterno dilema de informar as minhas atividades e fazer as tomadas de tempo (indiretamente pelos horários). Outra vantagem disto é poder usar o SMS para atualizar os posts e o RSS para publicá-los. marzvix twitter

Ferramentas

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Nunca usei ferramentas para postar blogs. Sempre usei as ferramentas do próprio blog (KISS), mas hoje achei este treco aqui, o tal de gnome-blog e gostei. Simples e funciona. Já perdi algumas linhas de texto usando as ferramentas do blog pois o link caiu (coisa de noob), mas acho que este editor facilita o processo. Se achar alguma melhor, melhoro.

Sobre um certo declínio

Declínio é um fato normal da vida... Para qualquer pessoa, empresa ou coisa. A questão é somente como se lida com ele. Referente ao artigo do Lost in the e-jungle e ao original . (Thx Fred, mais um excelente ponto de vista) Pontos muito óbvios: Código tem que ser ABERTO, independente da capacidade do usuário de lidar com ele. Mentes não devem ser dominadas, pois caso contrário se cria uma religião ou feudo. Computadores são para ser usados por todos e o custo não pode ser alto. Cobrar por um sistema operacional ou ferramentas essenciais hoje em dia é como se cobrar pelo ar que se respira. Não se vive sozinho. Fazemos parte de uma comunidade master chamada mundo. Libertas Quæ Sera Tamen. A merdosoft vem lidando com estes princípios de forma agressiva, prepotente e dominadora. Como a IBM tentou fazer no passado e quebrou a cara. Não deveriam ser considerados itens que sobreviverão por muito tempo (no mundo de usuários normais/mortais): Linguagens INVENTADAS, proprietárias e empurradas g...